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O comportamento atual da entrega de anúncios do Meta AdsData de referência — 22 de setembro de 2026

Foto do escritor: daniel auvray
daniel auvray
22 de set.
5 min de leitura

 

Outro dia falávamos em uma mesa de negócios com um parceiro que deu uma grande entrevista ao programa Mais Você, em rede nacional, sobre o carro elétrico. Eu, em minha inicial ignorância, ainda não sabia uma porção de coisas sobre ele. Não sabia, por exemplo, que o super-híbrido carrega a bateria rodando. Ou que, na Avenida Brasil, aqui em São Paulo, temos centenas de pontos de carregamento que você pode visualizar através de aplicativo próprio.

 

É fantástica a quantidade de coisas que a gente acha que sabe, mas só percebe que não sabe nada até entrar e viver o processo. Isso pode parecer, à primeira vista, constrangedor, mas, na verdade, é libertador. Se levar a vida com consciência, vai perceber que a sabedoria do filósofo que disse “só sei que nada sei” pode ser realmente estimulante.

 

A analogia pretendida é que, até a gente pôr a mão na massa e ver como a parada funciona, é que vai dar o contraste do aprendizado. Dito isso, falemos da mão na massa observada no ano inteiro de anúncios do Meta Ads, da percepção dos resultados que a plataforma tem entregado e do comportamento e modus operandi do lead que chega.

 

A plataforma muda o tempo todo. É óbvio que ela é continuamente atualizada para entregar a melhor performance e absorver não só as novas tecnologias do mundo tech, como as inteligências disruptivas que ela mesma está criando. O ponto de inflexão aqui é que, este ano inteiro, quem paga a conta do investimento é o anunciante, que foi muito mal atendido nos princípios básicos oferecidos pelos serviços dela: anunciar e vender. É e sempre foi o que foi entregue, mas este ano inteiro não foi isso.

 

Este ano é como se você pedisse água e a empresa lhe trouxesse Coca-Cola porque achou que era o melhor pra você. Pedimos leads e eles foram encontrados, entregues? Nada!

 

Não entregou, não mediu direito, não entregou números reais, gastou a verba sem você ver propriamente para onde foi e muito menos encontrou um volume adequado de leads qualificados. Tenho certeza de que a quantidade de gente chegando do seu anúncio dizendo coisas absolutamente desconexas com o propósito, local e público pretendidos foi absurdamente superior à dos poucos com alguma qualidade para trabalho. Digo isso para contas normais, com média de até R$ 2.000 de verba mensal, que são gerenciadas por pessoas que não contam com suporte e um agente interno de conta para melhorar a performance porque não gastam o valor necessário para ter esse tipo de suporte. E isso, meus amigos, se me permitem um chute, mas um chute certeiro, é quase 95% do nosso segmento imobiliário, onde a maioria do tráfego é gerada dentro desse valor, geralmente por um corretor autônomo, e não por uma estrutura imobiliária ou de construtora.

 

Aliado a isso, 12% de imposto que agora a gente paga. Na prática, são 12% a menos de resultado para o valor investido. E piora: utilizou o crédito que a plataforma te dá para rodar anúncios antes de debitar no cartão, não vendeu, não conseguiu pagar a conta? Não se preocupe, não tem nome no SERASA, mas tem JUROS. Incrível, não?

 

Tenho a impressão, este ano, de que absolutamente a grande maioria dos produtos de alta tecnologia tirou o cliente do centro do negócio e focou só no próprio umbigo. Veja aí o Uber na cidade de São Paulo, os resultados de trabalho do GPT para quem paga o plano e percebe os grandes gaps da ferramenta. Este artigo não tem o intuito de fazer a choradeira habitual de crítica aos baixos resultados por sermos presidiários desse sistema sem concorrência. Ele tem o intuito, primeiro, de falar o que ninguém tem coragem de falar porque não quer perder clientes que estão pagando tráfego. Cobrar barato porque o resultado não é entregue e fazer cara de paisagem na hora de apresentá-lo não é o caminho; na verdade, é vil e prejudica o ser humano que trabalha num segmento dificílimo e que merece a informação e saber dos riscos.

 

Qual a solução, Daniel?

 

Pausamos os anúncios e, antes de voltar a anunciar, o que fizemos? Absolutamente toda a lição de casa em absolutamente todos os pontos que faltavam. Verificação da página comercial no Meta Ads, absolutamente todas as configurações internas do sistema, e não foi só. Nesse período, refizemos todo o SEO interno do site, reescrevi pessoalmente todo o conteúdo interno do site, fiz todas as programações internas e conexões do Google Ads, que agora estão absurdamente integradas ao Sistema Meta Ads e ao já utilizado buscador de IA.

 

Não é simples, é ainda um pouco técnico, mas extremamente necessário. E o que te interessa: qual o resultado? Pela primeira vez em 7 anos, recebi leads qualificados de graça, vindos dos buscadores. Não é incrível? E Pasmem QUALIFICADOS!!!

 

Feito isso, religamos os anúncios e testamos 6 tipos de campanhas, criativos variados e andou... Finalmente voltou a andar. Com excelentes resultados? Não, mas andou, e isso dá um norte gigante.

 

Qual o propósito dessa conversa longa? É te mostrar, na prática, algumas coisas verdadeiras, que são:

 

A loucura de depender de uma única fonte de tráfego e ponto de contato com o cliente.

A importância de criar efetivamente uma estrutura profissional digital. Não importa não ter um negócio grande. Hoje, a analogia aqui é:

 

O antigo “ter” um grande negócio físico era ter uma casa bonita na rua, com a linda placa da sua imobiliária na frente e um monte de corretores, local nobre, secretaria e sala de reunião disponíveis e, para vender, verba grande de marketing para revistas, eventos e anúncios em rádio e TV.

 

Hoje, ter um grande negócio é tão barato em relação a antes e muito mais democrático. Estrutura, comunicação, verba mensal constante e adequada de tráfego. O problema é que, de 2 anos para cá — e o corretor profissional não é obrigado a saber disso —, TODAS as empresas nacionais e internacionais estão no digital, jogando o jogo profissional, e você aí achando que 500 contos no impulsionar, pagando 300 pra uma agência imatura, sem se instruir e sem contar com o auxílio de um parceiro digital profissional e experiente, vai te pôr no jogo. NÃO VAI.

 

Caros corretores, corretoras e imobiliárias. O roteiro do marketing digital imobiliário de verdade, do que tem que ser feito para vender seus imóveis ou voltar a vender, está aí em cima. Dá tempo ainda de ser pequeno e começar. Dá tempo ainda de jogar o jogo profissional com empenho, ter resultados, e você PRECISA crescer. Pelo que observo, a janela do possível está se fechando e estamos entrando novamente no ciclo de antigamente, quando só os grandes conseguiam anunciar na Globo e só eles tinham resultados.

 

Sem pressa, sem pausa, com compromisso e constância, você chega lá. Conte comigo! Vai ser um prazer auxiliar na sua jornada de vendas de imóveis através do ambiente digital.

 

Sou Daniel Auvray Rossi, especialista em Marketing Imobiliário, proprietário da Imobiliário Digital MKT, que trabalha há 7 anos criando sistemas, processos, comunicação e tráfego pago para corretores e imobiliárias.

Daniel Auvray Rossi | Governança Digital

+55 11 956794390

 

 
 
 

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